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Ni apoia luta de mães de autistas e de pessoas com deficiência por atendimento humanizado

Por reconhecer a importância do movimento e por ter tido um parente com defeito físico, o vereador Osni Angelo Pasquarelli (PDT), o Ni (foto), apoia a luta de mães de autistas e de pessoas com deficiência na cidade por melhorias no atendimento à saúde, educação, assistência social e esporte e lazer, entre outros setores da administração pública em geral. Segundo ele, o poder público precisa priorizar esse tipo de demanda e não permanecer ignorando o assunto.

Afinal de contas, as mães de autistas e de pessoas com deficiência têm os seus direitos assegurados na legislação brasileira, mas no dia a dia, as coisas não acontecem como deveriam. Enfim, elas buscam tratamento, porém, na maioria das vezes são humilhadas e desrespeitadas quando pedem serviços básicos como, por exemplo, fraldas na Secretaria Municipal da Saúde. “É admissível que uma mãe ou um pai necessite ingressar na justiça para poder obter remédios, alimentos especiais ou outros insumos”, diz Ni.

Para o vereador, o governo municipal deveria ter um planejamento estratégico e, com isso, jamais deixar faltar nada que possa aliviar o sofrimento no cotidiano de portadores do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou de pessoas com deficiência. De acordo com a pasta da Saúde, hoje, a cidade atende 74 casos de mandados judiciais, ou seja, quando é obrigada a fornecer algum tipo de medicação específica ou alimentação especial.

Além disso, em recente reunião na Câmara Municipal para discutir a falta de atendimento ideal a deficientes, um grupo de mães criticou a maneira como são tratadas por profissionais da saúde. “Há casos que basta dar uma informação correta, entretanto, prefere empurrar o problema com a barriga”, lamentou Ni. Em contrapartida, uma reivindicação da categoria foi atendida pela municipalidade. Trata-se da recente contratação de apoiadores escolares para auxiliar na locomoção, higienização e alimentação.

                                                     Promessa

Em todo caso, apesar dessa conquista importante, os dois segmentos esperam ainda pela admissão de especialistas para oferecer suporte pedagógico, já que os estudantes autistas ou com deficiência carecem de uma atenção exclusiva quando estão em sala de aula. Por sua vez, a secretária municipal da Educação, Paula Trevizolli (foto) prometeu que vai contratar pelo menos estagiários para ajudar neste processo de aprendizagem. “Na verdade, essas famílias querem mais inclusão social”, finalizou Ni.

Por Pedro Ferreira, em 21/11/2022.