Por conta da infestação de carrapatos em diversos animais entre cães e gatos, notadamente, na Rua Augusto de Fonseca, na Vila das Nações, o vereador Claudio Roberto Squizato (PV) decidiu questionar à Prefeitura Municipal sobre o assunto, na sessão ordinária, na terça-feira, dia 10. Na ocasião, o plenário da Câmara Municipal aprovou em única discussão um requerimento, já que, segundo ele, trata-se de uma questão de saúde pública o que está acontecendo no bairro.
Nele, o parlamentar e ativista da causa animal (foto) quer saber se existe o controle de pragas e parasitas por parte do governo municipal feitas em bairros da cidade e por quais períodos? Claudio Squizato cobrou ainda qual seria a pasta responsável por esse trabalho preventivo? E, em caso positivo, quais os tipos de pragas e parasitas são controlados pelo setor competente? Já no caso de infestação de carrapatos como a mencionada acima, qual o departamento que deverá tomar as providências cabíveis?
Além disso, o vereador cobrou ainda se são realizadas aplicações do tipo (fumacê” nos bairros antes dos períodos de maior concentração de mosquitos e insetos transmissores de várias doenças como, por exemplo, a dengue? Ou somente é feito bloqueios em áreas que apresentam a incidência mais aguda, após a proliferação destes insetos? Ainda, de acordo com ele, a infestação de carrapatos na Rua Augusto da Fonseca afetou animais domésticos e comunitários e também casas vizinhas.
Por isso, Claudio Squizato pediu o bloqueio da área, tendo em vista, que a via pública fica situada perto da Escola Estadual Professora Ignês Corrêa Allen e, portanto, o risco de contaminação aumenta de forma considerável e, neste caso, se faz necessário conter com urgência a infestação de carrapatos. Para o vereador, como a medicação para acabar com os carrapatos é muito cara e os moradores não têm condições financeiras para arcar com as despesas, apenas o poder público pode e deve agir.
Banheiros químicos
Na tribuna, Claudio Squizato solicitou providências para o Palácio da Uva Itália em relação a falta de banheiros químicos nas feiras livres da cidade citando como exemplo a da região central efetuada aos domingos. Segundo ele, na última edição da feira livre presenciou uma cena chocante envolvendo uma senhora com incontinência urinária, que apesar de precisar urgentemente de um banheiro não tinha onde urinar. Para ele, não custa nada a administração destinar banheiros químicos aos feirantes e clientes.
Por Pedro Ferreira, em 11/03/2026.