You are currently viewing Squizato questiona atendimento médico regular a animais da mini fazendinha no Nosso Recanto

Squizato questiona atendimento médico regular a animais da mini fazendinha no Nosso Recanto

Apesar de ter deixado o cargo de secretário municipal do Meio, Verde e Proteção Animal, no final de janeiro deste ano, o vereador Claudio Roberto Squizato (PL) mantém fortes vínculos com a pasta, sobretudo, por abrigar uma mini fazendinha formada por animais nativos e resgatados por órgãos ambientais no Parque Municipal Nosso Recanto, no Jardim Pérola. Por isso, preocupado com o estado de saúde dos bichos, ele (foto) questionou recentemente à Prefeitura Municipal sobre o assunto.

Na prática, no requerimento aprovado, por unanimidade, na penúltima sessão ordinária da Casa, no dia 22 de fevereiro, o parlamentar quer saber, por exemplo, com qual frequência é efetuada a visita técnica por médico veterinário aos animais hospedados na mini fazendinha? Além disso, Squizato indagou quais os tipos de vacinas e vermífugos foram aplicados nos respectivos bichos? Afinal de contas, de acordo com ele, os animais abrigados no Nosso Recanto precisam da vistoria regular de profissionais.

Ainda, para Squizato, a mini fazendinha criada exatamente no período em que chefiou a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Verde e Proteção Animal reúne espécies silvestres e domesticadas, ou seja, mesmo sendo um espaço pequeno tenta conservar uma diversidade de animais. Enfim, na mini fazendinha o público pode conhecer galinhas, ovelhas, macacos, saguis (foto), araras, peixes, cavalos e até mesmo um gavião carijó. Em compensação, o principal xodó é a égua pônei (foto-esq-abaixo), que, por sinal, está grávida.

Ainda, durante a discussão do requerimento, Squizato afirmou que lamentavelmente se acabou o prazo para tratar das verminoses e, portanto,  esse fato só contribui para aumentar o seu grau de apreensão com a saúde física dos animais atendidos na mini fazendinha. Aliás,  a manutenção da mini fazendinha depende diretamente da ação do poder público e de voluntários. “Na realidade, quando estava lá não media esforços para ajudar os animais, mas agora temo pelo que pode estar acontecendo”, lamentou.

                                                           Estopim

Questionado porque saiu do posto após permanecer por pouco mais de um ano, o vereador acrescentou que foi justamente a ausência de recursos financeiros, isto é, de orçamento que motivou o seu pedido de demissão. Segundo ele, apesar da boa vontade da prefeita, Priscila Gambale, aplicou R$300 mil no ano passado de uma estimativa de até R$1,3 milhão. Em compensação, somente para cuidar da proteção animal o custo mensal gira em torno de R$300 mil Já para este ano, o orçamento total da pasta é de R$2,8 milhões. No órgão, ele foi substituído por Moacyr Alves de Souza.

Por Pedro Ferreira, em 03/03/2022.