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Squizato cobra o pagamento do pró-labore para a Polícia Militar

Ao reassumir o cargo após 15 dias licenciado para tratamento de saúde, o vereador (foto) Claudio Roberto Squizato (PSB) promete continuar cobrando a Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos à volta do pagamento do pró-labore mensal de R$400,00 para cada soldado da Polícia Militar (PM). A concessão do soldo está suspensa há vários meses. No total, o Poder Executivo desembolsa por mês cerca de R$44,8 mil com o auxílio. O número de PMs beneficiados pelo convênio gira em torno de 112 homens.

No começo de setembro, Claudio Squizato questionou a municipalidade sobre a interrupção no pagamento do pró-labore por meio de um requerimento aprovado, por unanimidade, pelo plenário da Câmara Municipal, porém, até agora não obteve nenhuma resposta oficial. No documento, o parlamentar quer saber a importância devida a PM, o motivo da suspensão e quando será normalizada a situação que vem desestimulando a tropa conveniada na cidade.

 Para ele, trata-se de uma medida extremamente importante para incentivar policiais militares que além de atuarem no combate diário a criminalidade sempre crescente no município também colaboram na fiscalização do trânsito. Segundo ele, pelo valor do pró-labore é um verdadeiro absurdo a administração deixar de quitar esse tipo de gratificação à corporação. “Em contrapartida, outras cidades regionais procuram honrar em dia o convênio”, dispara Claudio Squizato.

Além de brigar pela regularização do abono a PM junto a Prefeitura Municipal, o vereador socialista luta ainda por concessão igual para agentes da Polícia Civil. Em abril do corrente, ele apresentou um requerimento com esse objetivo, todavia, a sua reivindicação não surtiu nenhum efeito prático. Em 2006, Ferraz tentou fechar parceria, mas esbarrou em decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) que considerou ilegais leis locais estendendo o benefício a Polícia Civil.

Por Pedro Ferreira, em 26/09/2017.