You are currently viewing Autoridades pedem Companhia da PM a secretário estadual

Autoridades pedem Companhia da PM a secretário estadual

A viável instalação de mais uma Companhia da Polícia Militar na região da Vila Santa Margarida que inclui 14 bairros de Ferraz de Vasconcelos foi solicitada de forma oficial por um grupo de vereadores e o prefeito, José Carlos Fernandes Chacon (PRB), o Zé Biruta, ao secretário estadual da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho (centro), na segunda-feira, dia 10, em São Paulo. A audiência havia sido agendada pelo deputado estadual, Jorge Caruso (PMDB), por sugestão do vereador Antonio Marcos Atanazio (PMDB), o Marcos BR.

Por sua vez, o secretário prometeu estudar a reivindicação da comitiva ferrazense, porém, não deu nenhum prazo para concluir a análise que deverá ser realizada pelo departamento técnico da pasta da Segurança Pública. Em contrapartida, os políticos locais disseram que estão otimistas em relação ao atendimento da justa demanda por mais segurança pública na cidade. Segundo eles, a região da Vila Santa Margarida foi proposta para sediar a possível unidade da PM por sua localização estratégica e por apresentar um grande número de ocorrências policiais.

Além disso, no encontro, as autoridades ferrazenses cobraram ainda o envio de mais soldados, agentes da Polícia Civil e de mais viaturas em geral. Entretanto, em resposta, o secretário Mágino Alves informou que no momento o governo estadual não tem como atender ao presente e justificável pleito. Para ele, a formação de novos recrutas exige tempo e, portanto, não iria prometer o que não pode cumprir. Mesmo assim, vereadores e o chefe do Poder Executivo deixaram um alerta do quadro preocupante de violência no município.

Presente na reunião, o presidente do Conselho Comunitário de Segurança Pública (Conseg), Kleber Leite Siqueira aproveitou também para propor a transformação do 1º Distrito Policial, na Vila Santa Margarida, em uma Central de Flagrantes ajudando, com isso, a desafogar o atendimento no DP central, no Parque Dourado. Para o órgão, o registro de crimes pela internet não beneficia a população carente que sequer possui computador em casa. Por isso, somado a lentidão no atendimento direto acaba não comunicando crimes as autoridades policiais.

Por Pedro Ferreira, em 11/04//2017.