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Presidente diz que comissão segue rito legal de trabalho

Presidente de CP, Fabinho afirma o cumprimento de trâmite legalEm resposta aos críticos de plantão e, sobretudo, para dá uma satisfação à sociedade local, o presidente da Comissão Processante (CP) da Câmara Municipal que apura suposta irregularidade na contratação da empresa de call center Fala Ferraz pelo prefeito afastado, Acir Filló dos Santos (sem partido), o Acir Filló, em 2013, vereador (foto) Luiz Fábio Alves da Silva (PMDB), o Fabinho disse que o processo segue o seu trâmite legal. A expectativa, segundo ele, é que o parecer conclusivo seja submetido ao plenário da Casa no final de junho, ou seja, antes do mesmo do prazo final em 06 de julho.

Para Fabinho, trata-se de uma investigação séria e isenta que busca tão somente comprovar a verdade ou não contida na denúncia do vereador Antonio Carlos Alves Correia (PPS), o Tonho contra o prefeito afastado por infração político-administrativa. Ainda, de acordo com ele, a comissão está atuando com o firme propósito de elaborar um parecer baseado nas provas materiais e testemunhais, porém, a decisão definitiva é uma prerrogativa do plenário do Legislativo. Caso recomende a cassação de Acir Filló, o texto precisa receber, no mínimo, 12 votos dos 17 vereadores.

Já o relator do caso, vereador Aurélio Costa de Oliveira (PPS), o Aurélio Alegrete (foto-abaixo) ressaltou o caráter de seriedade do processo em curso garantindo que a verdade prevalecerá ao término da investigação contra o prefeito afastado. Ele afirmou que apesar de ser uma coisa compreensível nesse tipo de apuração não aceitará ser induzido por ninguém, isto é, fará o seu trabalho de maneira correta e dentro da legalidade. Em sua opinião, não adianta tentar pressionar a comissão para aliviar o conteúdo do parecer final que será produzido, em breve. Compõe ainda o grupo investigatório, o membro Luiz Tenório de Melo (PR).,

Relator de CP, Alegrete diz que a verdade vai prevalecerNa semana passada, a comissão ouviu as testemunhas indicadas por ela própria e de uma de um total de oito arroladas pela defesa do prefeito afastado. Na ocasião, duas testemunhas foram dispensadas pelo advogado de Acir Filló, Thiago Silva Machado, quatro não compareceram para depor e uma acabou não sendo notificada por problema no endereço indicado. Na segunda-feira, dia 30, o prefeito afastado daria a sua versão pessoal do caso, contudo, apresentou um atestado médico para justificar a ausência. Com isso, embora não seja obrigado a comparecer a comissão, pessoalmente, Acir Filló poderá dar o seu testemunho nos próximos dias.

Por Pedro Ferreira.