You are currently viewing Claudio critica a Sabesp por não instalar rede de água e esgoto

Claudio critica a Sabesp por não instalar rede de água e esgoto

Vereador Claudio Ramos (1º esq) em reunião entre representantes da Sabesp e moradores do Jardim DayseA promessa da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) foi feita em 21 de janeiro deste ano (foto), porém, até agora os moradores do trecho final no sentido centro-bairro da Rua Itaquaquecetuba, no Jardim Dayse, em Ferraz de Vasconcelos, continuam esperando um posicionamento oficial, no tocante, a instalação da rede de água e da coletora de esgoto. Articulador da reivindicação, o vereador (1º esq) Claudio Ramos Moreira (PT) criticou a Sabesp, na segunda-feira, dia 28, justamente, por não cumprir o prazo de 30 dias para elaboração do projeto.

De acordo com ele, na reunião realizada no dia 21 de janeiro, no bairro, que contou ainda com a participação de representantes da Secretaria Municipal de Obras, o gerente regional da Sabesp, Roberto Fumio Hakateyama (centro) e o engenheiro Osvaldo Matias Neves pediram, na ocasião, um tempo de 30 dias para concluir o cronograma de obras. Em nome dos moradores, o vereador Claudio Ramos lamenta que a empresa já vem prometendo providências desde o ano passado, contudo, insiste em permanecer descumprindo para dissabor dos munícipes interessados.

Na prática, o vereador acredita que a própria Prefeitura Municipal deveria ser mais firme na cobrança a Sabesp e não continuar achando que o problema diz respeito tão somente aos moradores de parte da Rua Itaquaquecetuba. “O papel da municipalidade precisa ser mais contundente agora, sobretudo, porque o governo estadual pretende inaugurar nos próximos meses uma escola em construção, no Jardim Santiago. Afinal, como ficará a unidade de ensino sem rede coletora de esgoto? Com isso, a obra serviria ainda para beneficiar os habitantes da Rua Itaquaquecetuba”, diz.

Claudio Ramos aproveitou o seu discurso na tribuna da Câmara Municipal também para atacar o fato de a Sabesp, costumeiramente, danificar a camada de asfalto em ruas da cidade e, ao mesmo tempo, fazer um conserto sem a mínima qualidade. Por isso, ele defende que a administração local exija mais da empresa concessionária para evitar um prejuízo ainda maior ao patrimônio público em geral. “No fundo, a Sabesp tem de rasgar o asfalto para executar o reparo de sua rede de água e esgoto, mas, tem a obrigação de refazer o estrago na mesma proporção, o que não acontece no dia a dia”, conclui Claudio Ramos.

Por Pedro Ferreira.