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Mulheres do Peito continua na Praça dos Trabalhadores

Carreta-móvel do programa Mulheres do Peito na Praça dos TrabalhadoresPor conta do grande número de interessadas, o programa estadual Mulheres do Peito que faz exame de mamografia grátis continua até o dia 24 deste mês, na antiga Praça dos Trabalhadores, no centro. A carreta-móvel (foto) começou a atender moradoras de 35 a 49 anos e acima de 50 anos de idade no dia 23 de julho passado. A campanha preventiva de câncer de mama ocorre de segunda à sexta, das 9h às 18h, e aos sábados das 9h às 13h. O trabalho é uma parceria entre o Estado e a municipalidade.

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, as mulheres na faixa etária de 35 a 49 anos só podem fazer a consulta mediante a apresentação de um pedido médico que está sendo providenciado no local. Além disso, elas precisam estar munidas de documento de identidade e do cartão do Sistema Único de Saúde. Em contrapartida, as moradoras acima de 50 anos não necessitam passar por essa exigência, isto é, levar a solicitação de um especialista para efetuar a sua prevenção ao câncer de mama.

A iniciativa inédita no município já beneficiou mais de 750 mulheres. No período de segunda à sexta, são atendidas 50 pessoas e 25 aos sábados. Por isso, recomenda-se chegar cedo para pegar a senha. A carreta-móvel conta com uma equipe formada por técnicos em radiologia, um médico especialista, profissionais de enfermagem e administrativos. Caso seja detectada alguma alteração, a paciente será informada pela Secretaria de Estado da Saúde. Neste caso, ela será submetida a uma biópsia para comprovar, de fato, a doença.

A vinda da campanha Mulheres do Peito a Ferraz de Vasconcelos havia sido sugerida ao governo estadual pelo o então presidente da Câmara Municipal, vereador Luiz Fábio Alves da Silva (PSDB), o Fabinho, em abril do ano passado. Para ele, trata-se de uma ação preventiva muito importante para descobrir de maneira precoce a presença ou não de câncer de mama. “Essa doença terrível não atinge apenas a paciente em si, mas, toda a sua família devido ao sofrimento causado durante o tratamento”, diz Fabinho.

Por Pedro Ferreira.