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Moradores da Rua Stélio Machado Loureiro se mobilizam contra feira livre

Vereador Edson Cury alia-se a moradores contra feira livreMoradores da Rua Stélio Machado Loureiro, em Ferraz de Vasconcelos, não concordam em hipótese alguma com a decisão da Prefeitura Municipal em estender a feira livre aos domingos que só ocorre na Avenida D. Pedro II, no centro. Munidos de um abaixo-assinado, os habitantes procuraram o vereador (foto) Edson Elias Khouri (PSB), o Edson Cury, que apresentou um requerimento ao Poder Executivo cobrando explicação sobre a continuação da feira livre na Rua Stélio Machado Loureiro, na sessão ordinária segunda-feira, dia 20.

No documento, o ex-presidente da Câmara Municipal garante que os moradores não sequer foram consultados antes sobre a virtual abrangência da feira livre na Machado Loureiro, já que, há mais de sete anos a mesma é feita somente na Avenida D. Pedro II. Além disso, o vereador justifica que a Rua Stélio Machado Loureiro é uma via pública, exclusivamente, residencial e, portanto, a continuação da feira livre tende a prejudicar a movimentação de moradores de um modo geral. Na visão dele, falta bom senso ao governo municipal ao tomar tal decisão.

 “Sem contar que trata-se de uma rua íngreme, que, fatalmente, dificultará bastante os consumidores e feirantes. O fato é que o atual local da feira livre não estava atrapalhando em nada os moradores”, opina Edson Cury. Por isso, ele acredita que a administração pode e deve repensar sobre a mudança que poderá inclusive já começar no próximo domingo, dia 26, para desesperos de moradores da Rua Stélio Machado Loureiro. O decreto oficializando a medida foi publicado pela Prefeitura, na terça-feira, dia 14. “Essa determinação exige cautela por parte do Poder Público local”, diz.

Na segunda-feira, Edson Cury também requereu ao governo municipal informações a respeito do processo seletivo para a contratação de agentes de trânsito. Ele quer saber o número de candidatos chamados e quais fizeram curso para autuar veículos. Além disso, Edson Cury questiona o fato de não terem sido convocados agentes de trânsito que prestaram concurso público e continuam na fila de espera. A resposta deverá vir acompanhada de cópias das portarias que nomeou os agentes admitidos. Para ele, existe uma indústria de multas de trânsito, na cidade.