Ex-presidente rechaça aumento no valor da taxa de iluminação pública

Ex-presidente rechaça aumento no valor da taxa de iluminação pública

Edson Cury defende harmonia entre os vereadores, em 2012Com a experiência de ter presidido a Câmara Municipal de Ferraz de Vasconcelos, nos últimos dois anos, o vereador (foto) Edson Elias Khouri (PSB), o Edson Cury, não gostou nem um pouco do fato de a Casa tem aprovado em primeiro turno o projeto de lei complementar do Poder Executivo que aumenta o valor da Contribuição de Iluminação Pública (CIP), em mais de 22%. Por isso, ele promete engrossar a fileira de colegas que votaram contra a matéria, na semana passada.

Para Edson Cury, o reajuste da CIP, no momento, não procede e, ao mesmo tempo, penaliza o consumidor. “O governo municipal está sendo infeliz ao propor essa majoração fora dos padrões inflacionários. Neste caso, serei contrário ao texto que voltará à pauta na próxima segunda-feira, dia 1º. Enfim, acho um verdadeiro absurdo o Legislativo aprovar esse assunto”, aponta. Ele destaca o caso de, recentemente, a União ter reduzido em quase 20%, a tarifa de energia elétrica.

Além de criticar a atual administração pela medida, o ex-presidente criticou também o seu próprio substituto no dia da votação do projeto de lei complementar, o suplente Derneval Jardim, o Deí, assim como, o companheiro de partido, Walter Marsal Rosa, o Valtinho do Ipanema. “Os dois deveriam ter acompanhado o voto do nosso líder de bancada, Willians Santos, o Willians Gás, que, aliás, apresentou um comportamento correto ao posicionar-se contra a proposta”, confidencia Edson Cury.

Em compensação, o Executivo afirma que está apenas fazendo uma equiparação  de seus tributos municipais, conforme os índices de inflação que também são adotados pelo governo federal. Com isso, os consumidores residenciais poderão pagar R$4,88, os comerciais R$24.50, os industriais R$79,67, os rurais R$14,71 e outros (Sabesp, Fórum, Justiça do Trabalho, etc.,) R$735,00. O último reajuste aconteceu, em 2008. A taxa entrou em vigor, em 2005. Já a base aliada complementa que a CIP representa mais segurança pública ao cidadão.