Prefeitura diz que desativou base da GCM por ameaçar a integridade de servidores

Prefeitura diz que desativou base da GCM por ameaçar a integridade de servidores

Vereadores Tonho (esq) e FabinhoEm resposta ao requerimento do vereador (foto-esq) Antonio Carlos Alves (PSD), o Tonho, e do presidente da Câmara, Luiz Fábio Alves da Silva (PSDB), o Fabinho, a Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos garantiu que a desativação da base da Guarda Civil Municipal (GCM), na Rua Estella Mazzucca, 940, na Vila Santa Margarida, ocorreu porque o local encontrava-se com infiltrações e vazamentos e, portanto, ameaçava a integridade dos funcionários. O prédio apresentava ainda rachaduras e vidros quebrados.

Por isso, a sua reforma e a manutenção apropriada já fora pedida a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos. Além disso, no ofício resposta, o Poder Executivo informou que o referido imóvel é alugado, no entanto, o governo anterior deixou de pagar o aluguel havia quase um ano. Com isso, a atual administração abriu um processo de renegociação com o proprietário do imóvel para regularizar a situação dentro das possibilidades financeiras locais.

O governo municipal também respondeu ao requerimento que pede informações sobre o não pagamento do adicional de insalubridade a enfermeiros e auxiliares, de autoria do vereador Tonho. No documento, o Poder Executivo assegura que a quitação de adicional de insalubridade foi cancelada por meio da Portaria nº 12.048/2006. A partir daquela época, para compensar, a administração transformou o direito de forma errônea em pagamento de horas extras, o que está sendo apurado na atualidade.

Membros da Mesa DiretoraNeste caso, quando for concluída essa fase de análise do ato administrativo praticado pela ex-gestão, a Prefeitura Municipal promete fazer a devida adequação, isto é, voltar a fazer o pagamento correto do adicional de insalubridade a enfermeiros e auxiliares. Tal fato beneficiarrá 38 enfermeiros e 110 auxiliares. Além de Tonho, também assina o pedido (foto) Fabinho, Roberto Antunes de Souza (PMDB), Clenilson Lima Dias (PSDB), o Quequê e Aurelio Costa de Oliveira (PPS), o Aurelio Alegrete.

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