Na volta, vereadores discutem o desligamento de radar eletrônico

O projeto de lei que proíbe o funcionamento de radares eletrônicos das 23h às 5h, em Ferraz de Vasconcelos, está incluído na ordem do dia da primeira sessão ordinária logo após o recesso parlamentar, na segunda-feira, dia 6, a partir das 18h. Com isso, o texto do vereador Claudio Roberto Squizato (PSB) poderá ser aprovado em primeiro turno pelo plenário da Câmara Municipal. A matéria visa aumentar a segurança de motoristas.

Pela proposta, a proibição também se estende aos semáforos (inteligentes) que por ventura tenham o sistema de controle eletrônico de velocidade, porém, neste caso, o limite de velocidade do carro ao ultrapassar o sinal vermelho não poderá ser superior a 20 km/h. Ainda, segundo o projeto de lei, as infrações que forem aplicadas das 23h às 5h mesmo que por engano deverão ser canceladas por ofício pela Secretaria Municipal de Transportes e Mobilidade Urbana.

Caso seja aprovada, de fato, pelos vereadores em dois turnos e, na sequência, sancionada pelo prefeito municipal, José Carlos Fernandes Chacon (PRB), o Zé Biruta, o Poder Executivo terá um prazo de 30 dias contados a partir de sua publicação para regulamentar o texto. Para Claudio Squizato, a medida visa aumentar a segurança de motoristas em geral, já que ao parar no sinal vermelho ou reduzir a velocidade nos radares acabam facilitando a ação de marginais.

“Como sabemos, a bandidagem se concentra em pontos estratégicos próximos aos radares esperando apenas o condutor diminuir a velocidade para poder agir contra o cidadão”, diz Claudio Squizato. O socialista (foto) acredita que o seu texto receberá o aval de colegas a sua aprovação. No Alto Tietê, a Câmara Municipal de Suzano também votou matéria abrangendo somente os sinais vermelhos inteligentes, no entanto, o projeto terminou sendo vetado pelo Poder Executivo e mantido pelos vereadores.

Por Pedro Ferreira, em 03/08/2018.

Veja Também

Projeto obriga a divulgação de lista de medicamentos em site

A Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos poderá ser obrigada a publicar no seu site oficial …